10/06/2014

@t somewhere (caldas da rainha)

em dia de feriado aproveitamos o sol e os amigos para:
 acabar com as saudades, falar de nós, trocar dicas sobre novos ingredientes,
passear por velhos e desconhecidos caminhos, conhecer novos sítios
 enfim ...usufruir de Portugal.
eis aqui só um pequeno momento deste monumento...




 






 

  

nas caldas da rainha
(cidade onde só se nasceu)
existe tanto para (re)ver e descobrir.


09/06/2014

cook @t home (bruschetta c/ arenque marinado)

há supermercados que valem mesmo a pena visitar,
nem que seja só para conhecer
o que se consome noutros países.

neste caso (na suécia) grandes adeptos de:
 salmão fumado ou marinado/ervas,
carne de alce fumada ou seca,
compotas e sumos essencialmente de frutos silvestres,
arenque marinado em alho/cebola/cenoura/natas/endro...

no fundo tudo muito prático para refeições rápidas e simples.

hoje experimentámos
arenque marinado em molho agridoce com cebola roxa.

 

 o sabor avinagrado do tempero,
 rapidamente se "transforma" em agridoce.
este peixe cativou-nos imenso e de futuro 
 tememos cada vez menos experimentar novos sabores.  

viva o bom gosto dos nórdicos.

for s@le


para venda ... contactem-nos sff.


Oh as casas as casas as casas


Oh as casas as casas as casas
as casas nascem vivem e morrem
Enquanto vivas distinguem-se umas das outras
distinguem-se designadamente pelo cheiro
variam até de sala pra sala
As casas que eu fazia em pequeno
onde estarei eu hoje em pequeno?
Onde estarei aliás eu dos versos daqui a pouco?
Terei eu casa onde reter tudo isto
ou serei sempre somente esta instabilidade?
As casas essas parecem estáveis
mas são tão frágeis as pobres casas
h as casas as casas as casas
mudas testemunhas da vida
elas morrem não só ao ser demolidas
Elas morrem com a morte das pessoas
As casas de fora olham-nos pelas janelas
Não sabem nada de casas os construtores
os senhorios os procuradores
Os ricos vivem nos seus palácios
mas a casa dos pobres é todo o mundo
os pobres sim têm o conhecimento das casas
os pobres esses conhecem tudo
Eu amei as casas os recantos das casas
Visitei casas apalpei casas
Só as casas explicam que exista
uma palavra como intimidade
Sem casas não haveria ruas
as ruas onde passamos pelos outros
mas passamos principalmente por nós
Na casa nasci e hei-de morrer
na casa sofri convivi amei
na casa atravessei as estações
Respirei – ó vida simples problema de respiração
Oh as casas as casas as casas

Ruy Belo
Todos os Poemas
Lisboa, Assírio & Alvim, 2000


06/06/2014

@t window shop

junho é mês:
do arraial, dos santos populares, dos martelos e do alho porro, 
da sardinha assada em cima da fatia de pão,
de manjericos e das suas quadras,
do fado e das desgarradas...





01/06/2014

dia mundial da cri@nça

um dia feliz para todas as crianças
 e para todos os que um dia também já o foram...
 
 
 


30/05/2014

@t somewhere (lisboa)

 reservámos o dia de hoje para descobrir
um pouco da nossa capital.
(a 45 minutos de carro)
visitar os recantos de lisboa demora provavelmente  5 dias.



mas, como só tínhamos 1 dia...
fomos ao sabor do que se vai descobrindo:
uma calçada que desce a pique,  um elevador, uma ruela, um elétrico,
uma fachada cheia de janelas floridas e jacarandás roxos nos passeios...

 
  

e depois existem aqueles lugares:
 centenários, míticos, da moda, turísticos;
que simplesmente nos despertam a curiosidade...

o almoço foi pensado de improviso
mas, revelou-se  surpreendentemente saboroso e inesquecível.
acabámos sentados nos bancos de madeira,
no remodelado mercado da ribeira
a saborear gastronomia de chefe...

 

após a refeição nada melhor que seguir viagem
já com as forças restabelecidas.
deambulámos pelo mercado e encontrámos:
vasinhos com manjericos,  coloridos macarrons, vinhos deliciosos, latas de conservas...


    
 
 
  
 

 em direção ao próximo destino,
 passamos por acaso à porta da "loja das conservas"
e não resistimos em ir ver as latinhas...








partimos de novo em busca de:

brinquedos de madeira, sabão e lavanda, compotas e mel, andorinhas de cerâmica,
lápis de cor e sebentas escolares...
tudo isto na loja "a vida portuguesa".









 


 na parte final deste percurso e já na baixa do chiado,
ainda visitámos a centenária confeitaria nacional.
 imenso requinte e felizmente muito bem preservada.





 

antes de regressarmos à região oeste,
tempo ainda para uma pausa na famosa taberna "a ginjinha".



com imensas imagens na mente,
a certeza maior é que ainda falta tanto para ver,
o que nos deixa ainda mais expectantes,
para uma futura visita...